sexta-feira, 14 de agosto de 2026
quarta-feira, 12 de agosto de 2026
Mirian Voltolini
Mirian Voltolini
No início, confesso que senti um pouco de medo e insegurança. Era tudo novo, horários, responsabilidades, convivência com outras pessoas com a mesma rotina corporativa. Porém. com o apoio de amigos que criei e também orientadores que acolhem o aprendiz, esse incentivo ajuda muito.
Durante esse período desenvolvi habilidades que vão muito além das técnicas. Aprendi sobre pontualidade, trabalho em equipe, comunicação, organização e principalmente, sobre o respeito. Ser jovem aprendiz também me fez valorizar os estudos. Percebi que adquirindo na escola e nas aulas do CIEE é a base para adquirir metas mais altas e conseguir realizadas.
Hoje, olho para atrás e vejo o quanto que amadureci. O programa não me deu apenas programa não me deu apenas o primeiro emprego, mas me deu uma direção maior sobre o que quero no futuro. Sou grata por ter conhecido o CIEE, e espero que muito outros jovens possam encontrar esse caminho para contsruir um futuro melhor.
Meu processo no curso de aprendizagem do CIEE
Comecei minha trajetória no programa de aprendizagem do CIEE com a oportunidade de aprender e conhecer melhor o ambiente profissional. Atualmente, estou no terceiro mês dessa experiência, e durante esse período tenho vivenciado situações que têm contribuído para o meu crescimento pessoal e profissional.
No início, precisei me adaptar a uma nova rotina, aprender a lidar com responsabilidades e entender melhor como funciona o ambiente de trabalho. Além disso, o curso de aprendizagem tem sido importante para complementar essa experiência, trazendo conhecimentos que posso aplicar no meu dia a dia. No trabalho, atuo no setor de logística do Moinho Arapongas, onde venho aprendendo sobre organização, responsabilidade, comunicação e a importância de realizar cada tarefa com atenção.
Essa experiência tem sido muito importante para a minha formação, pois estou tendo a oportunidade de desenvolver habilidades que serão úteis não apenas no meu trabalho atual, mas também no meu futuro profissional. Pretendo continuar aproveitando o curso e a experiência na empresa para aprender cada vez mais, adquirir novos conhecimentos e me preparar para alcançar meus objetivos.
Sophia Lenharo Costa
Minha jornada CIEE
Minha jornada como Jovem Aprendiz no CIEE tem sido uma experiência muito importante para o meu crescimento profissional e pessoal.
Não é uma fase tão fácil quanto parece, pois, temos que conciliar trabalho, estudo e futuro. Mas também é gratificante estar tão ocupada com a minha vida e meus próprios sonhos.
Particularmente, o meu ambiente de trabalho é o melhor que eu poderia ter, ainda mais por ser meu primeiro emprego, tive muita sorte. Lá eu tenho amigas com experiencia, e sei que posso contar com cada uma delas. Nós somos profissionais e aprendemos muito juntas todos os dias, assim como no CIEE sempre aprendemos juntos coisas novas, até porque é a primeira experiencia de trabalho de muitos.
Com o meu trabalho eu aprendi a me comunicar melhor, me concentrar e ver como sou capaz de fazer coisas que eu jamais imaginaria que eu seria capaz. Já no CIEE eu aprendi que até nos dias com menos atividades, nós aprendemos o trabalho em equipe para fazer uma decoração linda.
O CIEE foi a porta de entrada para tudo isso, e sou extremamente grata pela oportunidade.
Isaac Mutsuo Shimizu Firmo
Minha entrada no CIEE marcou o início de uma nova etapa da minha vida, na qual pude ter meu primeiro contato mais próximo com o mundo profissional. Antes mesmo da entrevista, procurei me preparar, pensando nas possíveis perguntas, conhecendo melhor a oportunidade e refletindo sobre minhas qualidades, objetivos e responsabilidades. Esse preparo foi importante para que eu chegasse mais confiante e preparado para aquele momento.
Ao começar minha jornada como aprendiz no RH, percebi que o ambiente profissional apresentava desafios diferentes daqueles que eu estava acostumado a enfrentar na escola. No início, tive dificuldades para me adaptar à rotina, cumprir horários, lidar com novas responsabilidades e aprender a me comunicar de maneira adequada no ambiente de trabalho. Com o tempo, porém, fui aprendendo com meus erros e entendendo que cada dificuldade também era uma oportunidade de melhorar.
A experiência como aprendiz no CIEE também me ajudou a desenvolver características importantes, como responsabilidade, organização, pontualidade, comprometimento e trabalho em equipe. Além disso, pude compreender melhor como funciona uma empresa e a importância de ter uma postura profissional. Mesmo nas situações mais difíceis, procurei continuar aprendendo e dando o meu melhor.
Essa experiência teve grande importância para minha formação pessoal e profissional, pois me ajudou a amadurecer e a enxergar o futuro com mais responsabilidade. Ser aprendiz não foi apenas uma forma de entrar no mercado de trabalho, mas também uma oportunidade de descobrir melhor meus interesses e construir meus objetivos.
Para o futuro, pretendo me formar como técnico em Eletrotécnica e me aprofundar cada vez mais nessa área. Quero adquirir experiência, desenvolver meus conhecimentos e buscar oportunidades que me permitam crescer profissionalmente. Levo comigo tudo o que aprendi durante minha jornada no CIEE, pois acredito que essa experiência será uma base importante para alcançar meus objetivos e construir minha carreira.
Minha experiência no primeiro emprego
A entrada no mercado de trabalho representa uma importante mudança na vida de uma jovem, pois proporciona novas experiências, responsabilidades e aprendizados. Aos 16 anos, comecei a pensar em trabalhar para conquistar minha independência financeira e adquirir experiência para o futuro.
Certo dia, minha amiga me avisou que havia uma vaga de emprego. Então, preparei e enviei meu currículo para a empresa. Depois disso, fui chamada para uma entrevista e, felizmente, consegui a vaga. A partir desse momento, comecei a conhecer uma realidade diferente e aprendi como funciona o ambiente de trabalho. No início, eu era muito tímida e tinha dificuldade para me comunicar com as pessoas, mas, com o passar do tempo e com a ajuda dos meus colegas, fui conseguindo superar essa dificuldade.
Essa experiência também me ensinou a importância de trabalhar em equipe e de respeitar as pessoas ao meu redor. Meus colegas sempre estiveram dispostos a me ajudar, o que contribuiu muito para o meu desenvolvimento pessoal e profissional. Além disso, aprendi que uma empresa não é apenas um lugar para trabalhar, mas também um espaço onde podemos aprender, crescer e desenvolver novas habilidades.
Atualmente, aos 17 anos, percebo o quanto essa experiência mudou minha forma de pensar e agir. Hoje me sinto mais confiante, responsável e preparada para enfrentar novos desafios. Por isso, considero meu primeiro emprego uma experiência muito importante, pois contribuiu para o meu crescimento e me ajudou a construir uma visão mais madura sobre o futuro.
Luis Cheli Minha jornada como Jovem Aprendiz Tenho 17 anos e estou vivendo uma experiência muito importante para minha vida: ser Jovem Aprendiz pelo CIEE-PR. Atualmente, trabalho na Demobile, em Arapongas, e desde que comecei, venho aprendendo muitas coisas novas, tanto sobre o trabalho quanto sobre a vida. No começo, fiquei um pouco nervoso, pois era algo novo para mim. Eu não sabia exatamente como seria a rotina, como seriam as pessoas e quais seriam minhas responsabilidades. Com o tempo, fui me acostumando e comecei a entender melhor como funciona um ambiente de trabalho. Trabalhar na Demobile tem sido uma experiência muito boa. No dia a dia, aprendo a ter mais responsabilidade, cumprir meus horários, respeitar as pessoas e fazer minhas tarefas da melhor maneira possível. Também aprendi que trabalhar em equipe é muito importante e que podemos aprender bastante com as pessoas ao nosso redor. O CIEE-PR também faz parte dessa jornada e tem me ajudado a entender melhor o mercado de trabalho. As atividades e os ensinamentos que recebo ajudam a complementar aquilo que aprendo na empresa. Acho importante ter esse acompanhamento, principalmente porque estou começando minha vida profissional. Ser Jovem Aprendiz aos 17 anos está me ajudando a crescer e a me tornar mais independente. Algumas situações são desafiadoras, mas acredito que elas fazem parte do aprendizado. Cada dia de trabalho é uma nova oportunidade para aprender alguma coisa e melhorar. Ainda não sei exatamente como será meu futuro profissional, mas sei que essa experiência vai fazer parte da minha história. Quero aproveitar essa oportunidade para adquirir conhecimento, ganhar experiência e me preparar para os próximos passos da minha vida. Por isso, ser Jovem Aprendiz pelo CIEE-PR e trabalhar na Demobile tem sido muito importante para mim.
Vinicius Benetti
Minha experiência no programa de aprendizagem do CIEE
Minha entrada no programa de aprendizagem do CIEE foi uma oportunidade importante para iniciar minha vida profissional.
Por meio do programa, comecei a trabalhar na área financeira e de malote.
Essa experiência me permitiu conhecer melhor o ambiente e a rotina de uma empresa.
No início, precisei me adaptar às novas responsabilidades e aprender diferentes atividades.
Na área financeira, aprendi sobre organização, atenção e responsabilidade.
Também aprendi a importância de conferir documentos e informações corretamente.
Nas atividades de malote, aprendi a separar, conferir e encaminhar documentos.
Um dos principais desafios foi me adaptar à rotina profissional e às responsabilidades.
Com o tempo, fui adquirindo mais confiança e independência para realizar minhas tarefas.
Também desenvolvi minha comunicação e aprendi a trabalhar melhor em equipe.
Aprendi que tirar dúvidas é importante para evitar erros e melhorar meu trabalho.
Essa experiência me ajudou a desenvolver mais organização, pontualidade e comprometimento.
Uma das minhas principais conquistas foi perceber minha evolução desde o início.
Hoje me sinto mais preparado para enfrentar novos desafios profissionais.
Além dos conhecimentos profissionais, também desenvolvi habilidades importantes para minha vida pessoal.
O programa do CIEE está contribuindo muito para minha formação e meu crescimento.
Pretendo continuar estudando e buscando novos conhecimentos para meu futuro.
Também quero aproveitar as oportunidades para crescer profissionalmente.
Levarei comigo todos os aprendizados e experiências que adquiri durante esse período.
Por isso, considero essa experiência muito importante para minha formação e para alcançar meus objetivos.
A entrevista foi conduzida pela profissional do RH e me mantive bem calma, pensando cuidadosamente antes de responder e sendo o mais sincera possível. A pergunta que mais me marcou foi sobre o motivo de a vaga ter despertado meu interesse. Fiquei muito feliz com a aprovação!
A primeira visita à empresa foi impactante, pois eu não tinha dimensão do seu real tamanho e estrutura. Desde o início, percebi que o time de trabalho era incrível e extremamente solícito com todas as dúvidas.
Os meus primeiros dias na formação do CIEE foram ótimos e o aprendizado mais importante foi entender como agir no ambiente profissional.
As amizades que fiz lá me mostraram na prática que a união faz a força, e as visitas a novos lugares expandiram minha visão ao me apresentar outras realidades e opiniões.
Na turma, me senti totalmente acolhida por todos e construí uma excelente relação com todo o grupo.
O meu primeiro dia de trabalho na empresa foi super tranquilo, focado em conhecer a organização e regras. A minha primeira atividade prática foi conferir o livro fiscal e aprender o básico sobre as notas fiscais. Com o tempo, aprendi muito sobre impostos, cálculos e leis, sempre com o auxílio do time de administração.
Nesse processo, meus maiores ganhos foram o conhecimento fiscal e a evolução na minha comunicação. Percebi uma grande mudança na minha postura, pois antes eu ficava muito nervosa ao ter que falar com alguém. Se não fosse pelo CIEE, eu não teria essa oportunidade.
Meu plano é continuar na área administrativa, iniciar meus estudos na área e crescer profissionalmente.
Meu conselho é: aproveite essa oportunidade!
Victor Patrick Moraes Laureano
Minha experiência no programa CIEE
Minha jornada no programa CIEE começou quando vi uma matéria no jornal sobre o CIEE e descobri que havia uma unidade em Arapongas. Naquele momento, eu estava trabalhando apenas com meu pai, sem registro, e vi no programa uma oportunidade de conseguir meu primeiro emprego formal, adquirir experiência e aprender coisas novas. O processo de inscrição foi rápido e prático, além de eu ter recebido um ótimo atendimento. Fiquei com grandes expectativas, principalmente pela oportunidade de crescer tanto profissionalmente quanto pessoalmente. Quando recebi a notificação de que havia sido contratado, fiquei muito feliz e agradeci a Deus pela oportunidade que havia recebido.
Minha primeira experiência foi a entrevista no CIEE. Foi um momento tranquilo, pois estava apenas eu e a entrevistadora. Como já havia participado de outras entrevistas, não fiquei muito nervoso e consegui agir de maneira natural. Gostei do fato de a entrevista ter sido rápida e prática, embora não tenha gostado muito do ambiente. Mesmo assim, essa etapa foi importante para dar início à minha jornada no programa.
Depois disso, participei do módulo integrador. Os primeiros dias foram muito legais, pois adquiri novos conhecimentos e conheci pessoas diferentes. Aprendi principalmente sobre como devemos agir no ambiente de trabalho e como devemos nos comportar socialmente. Também tive contato com assuntos importantes, como a diversidade, o comportamento profissional e o uso correto dos EPIs. A atividade sobre EPIs foi uma das que mais me chamou a atenção, pois mostrou os perigos que podem acontecer quando os equipamentos de proteção não são utilizados corretamente. Além dos conteúdos, também fiz novas amizades e pude conhecer diferentes opiniões e visões.
Na minha primeira semana de trabalho, a adaptação foi tranquila e as expectativas que eu tinha foram correspondidas, principalmente por trabalhar com doces, algo que eu esperava conhecer melhor. Minha principal atividade foi encaixar suspiros e, naquele momento, não tive grandes desafios. Apesar de ainda não ter aprendido muitas coisas novas nessa primeira semana, essa experiência foi importante para começar a conhecer o ambiente de trabalho e entender melhor minhas responsabilidades.
Outro momento importante foi a adaptação à nova turma. Foi incrível conhecer o pessoal e me senti muito acolhido desde o começo. A relação foi bastante amigável e a conversa foi algo que facilitou muito a aproximação entre todos. Não tive dificuldades nessa adaptação, o que tornou a experiência ainda melhor.
Durante minha participação no programa, também adquiri diversas conquistas e aprendizados. Aprendi mais sobre como me comportar e agir em diferentes situações, compreendi melhor a importância da diversidade, aprendi a utilizar corretamente os EPIs e também tive contato com ferramentas como Excel e documentos. Porém, acredito que uma das maiores mudanças aconteceu na minha parte social. Antes, eu costumava ficar mais quieto no meu canto e tinha dificuldade para conversar com as pessoas. Hoje, tenho mais facilidade para iniciar e manter uma conversa. Também percebi uma evolução na minha responsabilidade e na minha organização, coisas que considero muito importantes para minha vida profissional e pessoal.
A experiência no programa CIEE foi muito importante para minha formação, pois me proporcionou uma oportunidade de começar a crescer profissionalmente e, ao mesmo tempo, desenvolver aspectos da minha vida pessoal. Aprendi coisas que vão muito além das atividades do trabalho, como responsabilidade, organização, convivência com outras pessoas, comunicação e comportamento profissional.
Essa experiência também me mostrou que devemos aproveitar as oportunidades quando elas aparecem, pois elas nem sempre surgem várias vezes. Para o futuro, meus planos são continuar crescendo financeiramente e mentalmente, buscando novas oportunidades e aprendendo cada vez mais. Espero conquistar meu primeiro imóvel e meu primeiro veículo, além de alcançar outros objetivos ao longo da minha vida. Quero levar comigo todos os conhecimentos adquiridos nessa experiência e continuar evoluindo para construir um futuro cada vez melhor.
Felipe Cordeiro Consulin
Há muito tempo atras lá por meados de 2019, pouco antes do início de minha graduação tive contato com uma empresa muito distinta, que acolhia e abria as portas de um novo mundo para os jovens, o nome? CIEE; soube através da indicação de familiares que me aconselharam a buscar a fim de entender melhor esse mundo mais "adulto" e com responsabilidades inacreditáveis até então.
Quando cheguei pela primeira vez fui atendido com maestria e criei minha conta no site, foi fácil e rápido (embora na época parecesse mais complicado visto a inexperiência), e então soube de uma vaga para a empresa Linea Brasil, por não entender bem as coisas estava calmo, porém o dia da entrevista, senti um pouco de receio, não sabia o que ia acontecer até entrar e conversar, foi tranquilo e até divertido a conversa da primeira entrevista, estava confiante e feliz de ter participado, se conseguisse a vaga seria muito bom e se não, estava tudo bem eu poderia tentar de novo em outro momento.
Uma semana depois recebi a notícia havia sido selecionado e fui contratado, foi esplêndido, comemorei com todos ao meu redor, literalmente inexplicável o quão incrível foi o sentimento de ser chamado e notado por esse mundo maduro, então na própria empresa fiz alguns testes admissionais e outros em um espaço saúde, e pronto estava contratado e pronto para meu primeiro contato.
Em detalhes, minha entrevista foi algo muito espontâneo, cheguei na empresa pela portaria e esperei na recepção até entrar, não me aprofundei dentro da fábrica, no dia anterior havia visto vídeos de como me preparar e sai para ir a entrevista com uma roupa mais social e um estilo adequado, a entrevista decorrer de forma alegre e bastante comum, visto as expectativas da inexperiência, as perguntas não chegou a me surpreender, basicamente conte minhas experiências e destaque e o que faz bem, principalmente em minha interpessoalidade, me sinto muito espontâneo bem e Acolhido afinal éramos apenas eu e uma funcionária do RH, naquele momento ao sair da empresa entendi que o mundo adulto também poderia ser bom.
Em meu primeiro dia no CIEE foi um dia de integração e conversa com os colegas, onde o tópico proposto pelos alunos era a legalização do aborto, este que me pegou desprevenido, porém que teve um desenvolvimento intenso e cheio e discussão (não briga, mas conversa sobre os diferentes pontos de vista), neste dia fiz alguns amigos que me trataram bem e me acolheram, foi bastante divertido essa parte mais social.
Dentro do início da integração até as atividades aprendi muito sobre certos cuidados e preparos para o trabalho, inclusive havendo atividades que achei muito interessantes, uma dela foram atividades envolvendo a criação de textos, foi uma experiencia que me ajudou a formar muito um caráter profissional.
Na primeira semana de trabalho estava eufórico, fui super bem recebido pelo meu setor, nem imaginava o que faria, só sabia que ia envolver a organização da produção, no caso no setor de PPCP, lá aprendi a criar os registros de OP's sendo a primeira coisa que fazia e como funcionava a fábrica tendo um tour para entender cada setor, nesse início tive ajuda de todo o setor, minha maior dificuldade no início foi acompanhar a rotina, porém em uma semana já estava nos eixos.
Com o início da turma foram muitas emoções eram pessoas de mundos diferentes dos meus, e mesmo não me encaixando logo de cara, consegui achar meu espaço e me envolver bem com a turma, os professores excepcionais foram o maior diferencial dessa experiencia, super acolhedores e divertidos sempre trazendo algo novo na forma de ensinar e explicar, a cada dia era algo nova que aprendia e não poderia pedir educadores melhores.
O tempo então passou e fui me formando como pessoa, conquistei o direito de manter meus hobbies, provar coisas novas, e até mesmo presentear as pessoas que gosto, isso me encheu de felicidade e orgulho, aprendi muito sobre como o "mundo real" funciona e os detalhes dele se colocavam para mim, tudo tem um sentido e um propósito, até mesmo minhas habilidade sociais e comunicativas foram refinadas visto os tópicos maduros diversamente explorados tanto nas aulas quanto no convívio com as pessoas da empresa.
De forma objetiva a se pensar o CIEE me formou como pessoa adulta começando de um jovem aprendiz para um grande aprendiz, com sonhos de tornar o mundo um lugar bom para mim e para as pessoas ao meu redor, então posteriormente acabei fazendo faculdade onde a experiencia previa com o CIEE me permitiu ver o mundo daquela forma especial e madura, a este programa eu digo, vocês mudaram minha vida, para muito além de melhor e mesmo com o fim deste contato pude viver muito mais experiencias com estágios e até um segundo jovem aprendiz, que sempre tem algo a se aprender e isso tornou-me, como dia Carl Rogers, pessoa.
Guilherme Nunes Contragiani
Guilherme Nunes Contragiani
1. Ingresso e Processo Seletivo
A minha entrada no programa de aprendizagem ocorreu de forma bastante direta e inesperada. Eu já possuía um cadastro no CIEE feito há alguns anos, mas não acompanhava ativamente as oportunidades. Foi apenas quando a própria empresa entrou em contato diretamente pelo WhatsApp para verificar meu interesse em agendar uma entrevista que o processo engrenou. Ao ir pessoalmente ao CIEE, notei como as etapas fluíram com agilidade: na mesma semana, realizei duas entrevistas. Durante todo esse período, mantive a tranquilidade, sem expectativas exageradas ou ansiedade em relação ao resultado.
A resposta definitiva veio de maneira quase imediata, sendo informado sobre a contratação no próprio dia da entrevista. Recebi a notícia de forma neutra e pragmática, encarando o novo passo com sobriedade.
2. Primeiro Contato com a Empresa
No dia da apresentação, como eu já havia começado o trabalho, o contato inicial serviu para conhecer diretamente o meu setor. A entrevista em si havia sido tranquila e sem grandes exigências de preparação.
As primeiras impressões do ambiente corporativo foram mistas: a princípio, notei pontos de desorganização e falta de limpeza na estrutura da fábrica. No entanto, o benefício da cesta básica oferecida pela empresa destacou-se como um fator positivo desde o início.
3. A Experiência de Integração no CIEE
A acolhida no CIEE foi positiva e instrutiva. Logo no primeiro dia, recebemos uma palestrante de Curitiba que abordou os direitos e deveres dos jovens aprendizes, momento que considero fundamental para garantir a conscientização da nossa categoria no mercado de trabalho.
Além do aprendizado teórico sobre legislação trabalhista e direitos do jovem, o ambiente de formação permitiu o cultivo de novas amizades, o que tornou todo o processo de adaptação muito mais leve e agradável.
4. A Rotina de Trabalho e Aprendizados Operacionais
O primeiro dia de trabalho foi bastante acessível do ponto de vista operacional, iniciando com tarefas simples como o encaixe de cones de leite. Com o passar do tempo, passei a desempenhar uma função multifuncional dentro do setor: auxilio na preparação de doces, encaixe de produtos e organização das caixas nos paletes.
O processo de aprendizagem na fábrica deu-se, em grande parte, de forma autônoma. Diante da limitação nas orientações da liderança direta, precisei desenvolver independência para assimilar os processos essenciais da linha de produção por conta própria.
5. Socialização e Módulo de Capacitação
Durante o período inicial obrigatório de duas semanas de aulas no CIEE, a convivência na turma — composta por um grupo reduzido — transcorreu sem dificuldades. Embora tenha havido um momento inicial de apreensão natural de adaptação, a interação com os colegas rapidamente se consolidou de forma fluida, respeitosa e harmoniosa.
6. Desenvolvimento Pessoal e Educação Financeira
O programa trouxe contribuições bem distintas em relação às duas esferas de atuação. Se por um lado a rotina operacional da empresa não agregou grandes transformações na minha personalidade ou em competências técnicas avançadas, o CIEE cumpriu um papel valioso no ensino do gerenciamento de finanças pessoais.
O uso das salas de informática para controlar custos e gerenciar o orçamento abriu espaço para um grande interesse por finanças. Tendo como objetivo imediato a aquisição de um computador próprio para estudo e trabalho, vejo a educação financeira como uma ferramenta fundamental — e consideraria extremamente enriquecedor o oferecimento de módulos focados em investimentos e mercado financeiro. Além disso, a vivência corporativa trouxe uma visão clara do funcionamento de uma organização, o respeito à hierarquia e o cumprimento das normas do ambiente profissional.
7. Visão do Futuro e Metas Pessoais
Esta experiência de trabalho serviu para consolidar diretrizes claras sobre o meu futuro. A principal lição do chão de fábrica foi a certeza de que não desejo seguir carreira no ramo fabril. Meu objetivo pessoal e foco de desenvolvimento é tornar-me editor de vídeos profissional. Pretendo continuar estudando com afinco, aproveitando o aprendizado em gestão financeira para alcançar minhas metas: adquirir meus equipamentos, atuar na área de edição e, a longo prazo, realizar o sonho de ir para o Japão.
Mensagem final: "Trabalhe e bom"
Leonardo Ferrari Bento
Quando decidi entrar no programa de jovem aprendiz pelo CIEE, a ideia veio de um lugar bem prático: minha noiva já tinha passado por essa experiência um ano antes e eu ainda tinha idade para participar. Como estava no começo de desenvolver minha própria empresa, vi ali uma chance de ter uma renda extra, apoiar as contas de casa e, ao mesmo tempo, ganhar experiência real. O processo seletivo foi surpreendentemente tranquilo e rápido. Como já tinha um currículo bem estruturado de outras vivências, fui com a mente leve e acabei conseguindo a vaga bem mais rápido do que imaginava. Não senti nenhum grande desafio naquela etapa; tudo fluiu de forma natural.
A primeira visita à empresa também foi bem serena. A equipe nos mostrou o espaço, explicou o funcionamento geral e a entrevista aconteceu só entre mim e a entrevistadora. Foi uma conversa simples, direta e focada no que realmente importava. Mesmo sabendo que a empresa enfrentava algumas questões judiciais, o que mais me chamou a atenção foi a simpatia e a atenção dos funcionários. Saí de lá com uma boa impressão.
No módulo integrador do CIEE-PR, as coisas ficaram um pouco mais desafiadoras para mim. Não sou muito de socializar, embora não tenha problema em situações de grupo. Não foi totalmente confortável, mas também não foi ruim. Acabei aprendendo bastante sobre sociedade e sobre o mundo profissional, e, principalmente, tive a chance de enfrentar minha timidez em público e treinar a oratória. A parte mais difícil foi mesmo a apresentação geral que tivemos que fazer. Fiz alguns colegas, mas amizades mais profundas ainda não são meu forte.
Na primeira semana de trabalho na Prodasa, empresa focada em doces, o clima foi de descoberta. Eu já tinha uma noção de como as coisas funcionavam, mas o ambiente acabou sendo melhor do que eu esperava. Comecei ajudando na organização das formas que iam para a estufa. O maior desafio foi pegar a agilidade necessária para acompanhar o ritmo de quem já estava lá há mais tempo. Aprendi a lidar com máquinas que nunca tinha visto e a própria encarregada foi fundamental na minha adaptação, sempre paciente e atenciosa.
A adaptação à turma também foi tranquila. O grupo era bem variado, mas todo mundo educado e sociável, o que me deixou à vontade. Demorei um pouco para começar a conversar de verdade, mas os instrutores foram bem pacientes com o tempo de cada um. Não senti nenhuma dificuldade muito grande nessa fase.
Olhando para trás, as conquistas foram várias. Aprendi bastante sobre assuntos gerais e, principalmente, melhorei meus hábitos sociais. Ganhei agilidade em tarefas repetitivas e detalhadas, conheci o funcionamento de maquinários e processos industriais de organização. Senti uma mudança real na forma de lidar com responsabilidades e disciplina. Além disso, a estabilidade financeira que o programa me deu ajudou bastante no desenvolvimento da minha empresa, me dando mais tranquilidade para evoluir. No fim, o que mais cresceu foi o meu desenvolvimento pessoal: experiência, conhecimento e uma visão mais ampla da vida e da sociedade.
Hoje, meu objetivo profissional é abrir uma fábrica focada em distribuição B2B. Estou estudando programação e pretendo, no futuro, abrir uma ONG para apoiar moradores de rua e pessoas em situação de vulnerabilidade. Também quero dominar inglês, espanhol, japonês e francês. O CIEE me deu a estabilidade necessária para investir na minha empresa sem ficar despreparado. Nos próximos dois anos, quero conquistar um espaço adequado, contratar pelo menos dois funcionários e expandir de 23 para cerca de 70 lojas. Se eu pudesse deixar um conselho para quem está começando, seria: aproveite a oportunidade. A gente tem privilégios que só se transformam em algo grande quando a mente está aberta e disposta a crescer.
Luana Regina Vieira Dos Santos
Minha experiência como jovem aprendiz no CIEE começou por influência dos meus dois irmãos mais velhos, que também foram jovens aprendizes pelo CIEE e me recomendaram a oportunidade. Minha principal motivação era poder ajudar em casa, mas também queria sair da minha zona de conforto, conhecer novas pessoas e aprender coisas diferentes.
O processo de seleção foi bem rápido. Quando cheguei ao CIEE, a Cris me explicou que eu deveria escolher entre duas empresas para enviar meu currículo e também me orientou a fazer o cadastro no site do CIEE. No começo, senti muito medo e ansiedade. Quando chegou o dia da entrevista, fiquei com bastante medo, mas também um pouco animada. A entrevista foi bem diferente do que eu imaginava: foi rápida e as perguntas eram simples. No dia anterior, eu tinha feito de tudo para decorar meus dados importantes para não passar vergonha, mas, quando cheguei lá, nem precisei usar tudo o que tinha estudado.
Minha primeira impressão da fábrica foi curiosa, pois achei que ela parecia muito com aquelas fábricas indianas que vemos em filmes e vídeos, principalmente no setor dos doces. Apesar da curiosidade, meus primeiros dias no CIEE foram difíceis. Eu sentia muito medo e ansiedade, e todos os dias pareciam não ter fim. Porém, durante esse período, aprendi muitas coisas que eu não sabia, como os direitos dos jovens, segurança no trabalho e a importância da comunicação dentro de uma empresa.
Uma situação que me marcou bastante aconteceu durante uma atividade em que precisávamos fazer um cartaz sobre xenofobia. Enquanto eu estava realizando a tarefa, fui levantar e acabei caindo. Fiquei com tanta vergonha que, naquele momento, só queria desaparecer. Apesar de ter sido uma situação constrangedora, hoje consigo olhar para isso com mais leveza e até dar risada.
No meu primeiro dia de trabalho, meu encarregado me ensinou a fazer a mistura do aroma com o corante. Eu estava tão nervosa que acabei derramando tudo para fora do potinho. Na minha cabeça, eu imaginava que o trabalho seria muito difícil, mas, com o tempo, consegui me adaptar rapidamente. Meu maior desafio, porém, foi a comunicação. Como sempre fui uma pessoa mais reclusa, ter que conversar e me comunicar com outras pessoas se tornou algo difícil para mim. Também demorei um pouco para me adaptar ao setor dos doces, mas meu encarregado me ajudou bastante durante esse processo.
Quando fui para uma turma nova, fiquei um pouco perdida. Porém, diferentemente da turma de integração, dessa vez não me senti tão sozinha. Minha relação com os colegas é tranquila e também gostei bastante dos professores, que sempre foram gentis comigo. Sendo bem sincera, ainda não me adaptei cem por cento ao CIEE, mas acredito que estou evoluindo aos poucos.
Graças ao CIEE, consegui melhorar um pouco minha comunicação e me tornei uma pessoa mais responsável. Também aprendi a agir de uma maneira mais adequada no ambiente de trabalho e a lidar melhor com situações que antes me deixariam muito nervosa. Para mim, só o fato de conseguir estar fora de casa, trabalhar e conquistar meu próprio dinheiro através do meu esforço já representa uma grande conquista.
Para o futuro, quero fazer um curso de desenho e continuar aprendendo mais, principalmente em uma área que gosto. Acredito que essa experiência como jovem aprendiz pode me ajudar a descobrir novas possibilidades e a desenvolver habilidades importantes para alcançar meus objetivos.
Por fim, meu conselho para outros jovens que estão começando é: mesmo que pareça muito difícil no início, é importante dar o primeiro passo. Às vezes, sentimos medo antes mesmo de tentar, mas, quando temos coragem de começar, novas oportunidades aparecem e portas podem se abrir. Minha experiência no CIEE me mostrou que sair da zona de conforto pode ser assustador, mas também pode ser uma das melhores formas de crescer e descobrir do que somos capazes.
Daniel Bastos
Minha jornada como jovem aprendiz no CIEE-PR
Minha jornada como jovem aprendiz no CIEE-PR tem sido uma experiência importante para meu crescimento pessoal e profissional. Ao iniciar essa etapa, eu ainda tinha muitas dúvidas sobre como seria o ambiente de trabalho e quais responsabilidades teria. Com o passar do tempo fui conhecendo uma nova rotina e aprendendo a lidar com situações que fazem parte da vida profissional.
Durante esse período, tive a oportunidade de aprender não apenas sobre o trabalho, mas também sobre responsabilidade, pontualidade, organização e convivência com outras pessoas.
Além da experiência prática, o CIEE-PR também contribuiu para minha formação por meio dos conteúdos e atividades voltados ao desenvolvimento profissional. Esses conhecimentos me ajudaram a compreender melhor o funcionamento do mercado de trabalho e a importância de desenvolver habilidades que podem ser úteis no futuro.
Ao olhar para o início da minha experiência percebo que amadureci em vários aspectos. Hoje tenho uma visão diferente sobre trabalho e sobre as responsabilidades que vêm com ele, também passei a compreender melhor meus próprios interesses e o que desejo buscar para o meu futuro profissional.
Por isso considero minha experiência no CIEE-PR uma etapa importante na minha trajetória. Mais do que uma oportunidade de primeiro emprego, ela representa um período de aprendizado, descobertas e preparação para os próximos desafios. levo essa experiência conhecimentos que poderão contribuir para minhas escolhas futuras e para a construção da pessoa e do profissional que quero me tornar.
Lucas Marcoski
Minha Jornada até a Contratação
No começo da minha jornada, eu estava à procura de um lugar onde pudesse conquistar minha primeira renda e adquirir experiência profissional. Por isso, resolvi pedir ajuda ao CIEE, pois já sabia que eles poderiam facilitar esse processo e me ajudar a encontrar uma oportunidade.
No início, o CIEE me apresentou algumas vagas em empresas diferentes. A primeira empresa em que participei do processo seletivo acabou não me escolhendo. Na segunda oportunidade, a empresa precisava muito de um jovem para trabalhar, porém percebi que aquele ambiente não iria contribuir tanto para o meu desenvolvimento profissional. Por esse motivo, decidi não seguir com a oportunidade. A última empresa em que eu faria uma entrevista era o Moinho Arapongas.
No Moinho Arapongas, participei de uma pequena prova e de uma entrevista com uma profissional do RH e com o gerente do setor em que eu iria trabalhar. Durante a entrevista, ele comentou que havia gostado da graduação que estou cursando e, ao final, decidiu me contratar. Fiquei muito feliz com a oportunidade, pois seria o início da minha experiência profissional.
Após ser contratado, passei dez dias no Módulo Integrador do CIEE. Durante esse período, conheci novos colegas, fiz amizades e tive a oportunidade de me conectar com pessoas diferentes. Apesar de não ter utilizado diretamente grande parte dos conhecimentos apresentados no módulo, considero que esse período foi muito importante, pois me ajudou a ter uma noção de como seria minha jornada profissional dali em diante.
Depois dos dez dias de integração, comecei a trabalhar no Moinho. Logo na primeira semana, pude perceber o tamanho e a importância da empresa. Minha adaptação foi muito boa, principalmente porque fui bem recebido e tive o apoio das pessoas ao meu redor. Elas me ajudaram em cada etapa e me orientaram sobre o que eu deveria fazer, tornando o início dessa nova fase muito mais tranquilo.
Depois de todo esse tempo de aprendizado e desenvolvimento, fui integrado a uma nova turma do CIEE, onde conheci pessoas muito legais e dispostas a me ajudar sempre que preciso. Essa experiência tem sido importante não apenas para o meu crescimento profissional, mas também para o meu desenvolvimento pessoal.
Por fim, considero que o começo da minha jornada profissional está apenas começando. Sei que ainda tenho muito a aprender, desenvolver e evoluir. Pretendo crescer cada dia mais, buscar novos conhecimentos e alcançar resultados cada vez melhores. Sou muito grato pela oportunidade que recebi e fico muito feliz por estar em um ambiente onde as pessoas estão sempre dispostas a me ajudar e contribuir para o meu desenvolvimento.
Guilherme Henrique Silva Nunes
Minha jornada como Jovem Aprendiz começou a partir da necessidade de encontrar uma forma de conciliar melhor o trabalho com os estudos da faculdade. Eu já tinha sido Jovem Aprendiz anteriormente, por isso já conhecia um pouco desse tipo de oportunidade. Antes de iniciar essa nova experiência, eu trabalhava oito horas por dia e tinha pouco tempo para me dedicar aos estudos. Por esse motivo, decidi buscar uma mudança, mesmo sabendo que ela envolveria alguns riscos.
Durante o processo de contratação, senti certa insegurança, principalmente por estar deixando um trabalho com salário maior e sem uma data definida para terminar por uma oportunidade com salário menor e duração determinada. Apesar disso, fiquei muito feliz quando recebi a notícia da contratação, principalmente porque seria em uma empresa que considero boa e em uma área relacionada aos meus estudos. Felizmente, não enfrentei grandes dificuldades até a contratação.
Minha primeira visita à empresa foi para uma entrevista com o gerente de TI, que foi o único participante. A entrevista foi tranquila, com perguntas simples e bem direcionadas à minha área de estudo. Não precisei de muita preparação e acredito que consegui apresentar bem meus conhecimentos. Minha primeira impressão da empresa e dos profissionais também foi muito positiva.
No CIEE-PR, meus primeiros dias foram marcados principalmente por apresentações e pela oportunidade de conhecer novas pessoas. O Módulo Integrador foi interessante, pois abordou assuntos como preservação do meio ambiente e formas de comunicação. As atividades de apresentação foram algumas das que mais gostei e também tive a oportunidade de fazer novas amizades.
Quando comecei no trabalho, meu primeiro dia foi interessante e cheio de novidades. Inicialmente, realizei atividades para aprender a utilizar o sistema da empresa. Durante esse período, contei com a ajuda de outro desenvolvedor, que me auxiliou na adaptação e no aprendizado das atividades.
Também considero positiva a experiência com a turma de aprendizagem. Eu não conhecia ninguém quando comecei, mas consegui me adaptar e aproveitar os dez dias de convivência. A relação com os colegas e educadores foi tranquila, e considero que a maioria dos educadores é muito bem qualificada. Não tive grandes dificuldades nessa etapa.
Durante essa experiência, desenvolvi conhecimentos relacionados à comunicação, meio ambiente e responsabilidade. Acredito que minha comunicação melhorou e que também desenvolvi mais responsabilidade, principalmente em relação à pontualidade. No aspecto profissional, percebo que minhas habilidades de lógica de programação também estão evoluindo.
Para o futuro, meu objetivo é continuar crescendo pessoal e profissionalmente, tornando-me cada vez mais capacitado para o mercado em que desejo atuar. Pretendo continuar estudando programação e conquistar um trabalho especializado na área. Nos próximos anos, espero alcançar minha formatura, conquistar minha independência financeira e começar a construir um futuro sólido, pensando também na formação de uma família.
Para um novo Jovem Aprendiz, meu conselho dependeria do momento em que ele está vivendo. Para alguém mais novo, eu diria para aproveitar a oportunidade e entender que tudo é experiência, pois essa fase passa muito rápido. Já para alguém que esteja pensando em fazer uma mudança semelhante à que fiz, aconselharia aproveitar o privilégio de ter tempo para estudar e colocar os estudos como uma prioridade. Afinal, cada experiência contribui de alguma forma para o nosso crescimento.
Ana Carolina Dias Ribeiro
A minha trajetória como Jovem Aprendiz no CIEE-PR começou de forma bem direta, mas com alguns contratempos. Me candidatei pelo site da instituição, fui chamada para a entrevista e acabei sendo aprovada de primeira. A conversa com a profissional do RH foi extremamente leve e tranquila, o que me deixou surpresa. O grande problema foi que, por não estar matriculada na escola naquele momento, perdi a vaga inicial. A contratação só se concretizou de fato dois meses depois, assim que consegui resolver a questão da minha matrícula escolar.
Quando iniciei o Módulo Integrador no CIEE-PR, enfrentei desafios pessoais bem complicados. Apresentar trabalhos na frente da turma era algo que me causava um enorme desconforto, e no início eu me sentia bastante sozinha, como um peixe fora d’água. Apesar de odiar essa exposição, reconheço que encarar essas atividades foi um passo importante para o meu amadurecimento. Mais tarde, ao integrar a nova turma de aprendizagem, o processo se tornou bem mais leve graças ao acolhimento das minhas colegas.
No entanto, a primeira semana de trabalho no chão de fábrica foi disparada a parte mais difícil de toda a experiência. O esforço físico exigido na linha de produção fazia o meu corpo latejar de dor e me deu uma vontade enorme de desistir logo no primeiro dia. Além do cansaço, enfrentei acidentes práticos: me queimei ao tentar aprender a mexer na máquina de empacotamento e machuquei os dedos manuseando as formas de suspiro. Consegui superar esse período crítico principalmente com o auxílio da minha supervisora e de outros funcionários com mais tempo de casa.
Ao avaliar tudo o que passei, vejo que conquistei aprendizados valiosos. Além dos conhecimentos práticos sobre segurança no trabalho, a minha maior evolução foi na parte da comunicação. Eu era extremamente introvertida e tinha o impulso de fugir de qualquer interação social; hoje, embora ainda sinta essa vontade no fundo, consigo me posicionar, conversar e realizar as minhas tarefas sem recuar.
Olhando para o futuro, planejo migrar para a área administrativa e, mais para a frente, buscar o ensino superior para lecionar Sociologia ou atuar como Psicóloga. A partir de tudo o que vivi nessa jornada, o principal conselho que deixo para um novo aprendiz é: dedique-se e tente dar o seu melhor, mas reconheça os seus próprios limites. Oportunidades de trabalho e novas vagas sempre voltam a surgir no mercado, mas a preservação da saúde mental deve vir sempre em primeiro lugar.
Isabelly Galvão Fier
Minha trajetória como Jovem Aprendiz
Minha trajetória como Jovem Aprendiz começou quando conheci a oportunidade por meio de uma rede social. O que mais me motivou a participar do processo seletivo foram as boas características que percebi na empresa e a possibilidade de adquirir uma experiência profissional em uma organização estruturada. O processo foi relativamente rápido, principalmente porque a empresa oferecia a realização do exame médico em seu próprio prédio. Apesar disso, houve alguns obstáculos, especialmente relacionados à minha idade. Minha primeira entrevista foi para o setor de Recursos Humanos, mas, por ainda ser menor de idade, não fui selecionada naquele momento. Na semana em que completei 18 anos, fui chamada novamente para uma entrevista, dessa vez para outro setor. Receber a notícia de que havia sido contratada foi motivo de muita felicidade e expectativa, pois representava uma nova oportunidade de crescimento.
Minha primeira visita à empresa aconteceu acompanhada da minha mãe, por causa do interesse em vaga para ela também. Fomos muito bem recebidas, e a simpatia da recrutadora contribuiu para que minha impressão inicial fosse positiva. Uma das coisas que mais chamou minha atenção foi a prova realizada durante o processo seletivo, pois nunca havia participado de algo semelhante com o objetivo de conseguir uma contratação. Também tive a impressão de que o Moinho Arapongas era uma empresa organizada e que valorizava a contratação de bons profissionais.
Antes de iniciar efetivamente minhas atividades, participei do Módulo Integrador no CIEE-PR. Os primeiros dias foram interessantes, principalmente porque tive a oportunidade de conhecer pessoas novas e fazer amizades logo no início. Foi uma pena precisar me separar desses colegas após os dez dias de integração, pois já havia criado vínculos com algumas pessoas. Durante o módulo, aprendi dicas importantes para ingressar no mercado de trabalho, como a maneira adequada de se portar, se vestir e se comportar em um ambiente profissional. Algumas atividades realizadas no IFPR e a festa junina promovida no próprio CIEE também foram momentos que marcaram essa etapa.
Ao iniciar meu trabalho na empresa, fui bem recebida e tive uma semana de aprendizado prático sobre minhas funções, contando com o acompanhamento de uma pessoa ao meu lado. Minha principal atividade é o faturamento, que no começo foi um desafio, principalmente por envolver vários pequenos detalhes que precisavam ser memorizados. Porém, por ser uma tarefa realizada diariamente, com o tempo consegui aprender e hoje consigo executá-la com facilidade. Essa experiência também foi importante por representar meu primeiro contato com um ambiente de escritório. Aprendi a me adaptar a esse tipo de espaço e compreendi que essa vivência poderia contribuir para novas oportunidades ao longo da minha vida profissional.
Outro momento importante foi a adaptação à minha turma de aprendizagem. No início, tive certa dificuldade, pois não conhecia ninguém e os colegas já possuíam seus próprios grupos de amizade. Por esse motivo, gostaria que os colegas que conheci durante o Módulo Integrador tivessem permanecido na mesma turma. Apesar disso, os professores foram acolhedores e, depois de alguns meses, consegui me acostumar com os colegas, com os educadores e com o sistema do CIEE. Minha última experiência foi na instituição da Guarda Mirim. Era bastante diferente, por ser um ambiente menor e mais “livre”, digamos assim. Por isso, a experiência no CIEE-PR acabou sendo uma mudança significativa, mas, com o passar dos meses, consegui me acostumar com os colegas, os professores e com o sistema da instituição. Felizmente, não houve nenhuma dificuldade maior que precisasse ser superada durante esse período.
Durante essa experiência, desenvolvi novos conhecimentos e aprimorei algumas habilidades profissionais. Aprendi sobre tipos de contrato por meio de outra instituição e também desenvolvi mais minhas habilidades de informática, algo que considero importante para minha função e para futuras oportunidades profissionais. Além disso, percebo mudanças na minha postura e na minha forma de compreender o ambiente de trabalho. Embora eu ainda não seja tão comunicativa e não me sinta tão confortável como me sentia no meu último emprego, essa experiência me ensinou muito sobre a rotina de um escritório e sobre a importância da ergonomia, principalmente por passar grande parte do tempo realizando atividades no computador.
Não consigo citar uma conquista específica da qual eu mais me orgulho, mas considero que a própria oportunidade de trabalhar em uma grande empresa e atuar em um setor administrativo já seja uma conquista importante. Essa experiência possui grande relevância para o meu currículo e contribuiu para meu crescimento pessoal e profissional, principalmente por me permitir conhecer a rotina de uma grande empresa e adquirir experiência em uma área administrativa.
Nos próximos anos, espero continuar estudando, adquirir mais conhecimentos e conquistar novas oportunidades profissionais. Quero continuar desenvolvendo minhas habilidades e utilizar as experiências que estou tendo atualmente como uma base para meu futuro. Ainda não sei exatamente como será minha trajetória, mas pretendo aproveitar as oportunidades que surgirem e continuar buscando meu crescimento.
Para um novo Jovem Aprendiz que está iniciando sua jornada, meu principal conselho seria: não faça dos primeiros dias sua pior experiência. No início, é normal ter dificuldades para se adaptar, principalmente quando estamos em um ambiente novo e não conhecemos ninguém. Na maioria das vezes, é apenas uma questão de costume. Fazer amizades também ajuda bastante, pois torna o período de adaptação mais tranquilo e agradável.
Ao olhar para toda essa trajetória, percebo que a experiência como Jovem Aprendiz foi importante para meu desenvolvimento. Desde o processo de contratação, passando pelo CIEE-PR, pela adaptação à empresa, à função e à nova turma, cada etapa trouxe algum aprendizado. Mesmo que algumas situações tenham sido difíceis no começo, todas contribuíram para que eu adquirisse mais experiência e conhecesse melhor o ambiente profissional. Espero continuar levando esses aprendizados para as próximas etapas da minha vida e utilizá-los para alcançar meus objetivos pessoais e profissionais.
David Henrique da Silva
Minha trajetória como Jovem Aprendiz começou através de uma oportunidade encontrada no Indeed, motivada pelo desespero e pela necessidade urgente de honrar minhas contas. O processo de seleção foi acompanhado por uma boa dose de ansiedade, intensificada pela falta de uma comunicação mais clara e direta por parte da empresa contratante. Apesar de a entrevista no RH ter sido rápida e contar com perguntas vagas, receber a notícia da aprovação trouxe um sentimento imediato de alívio e alegria, marcando o início de uma nova fase de independência financeira.
Ao ingressar no CIEE-PR, os primeiros dias do Módulo Integrador pareceram cansativos e maçantes, com conteúdos que nem sempre prendiam a minha atenção. No entanto, o aspecto mais positivo dessa etapa foi a convivência social: construí boas amizades com facilidade e mantive uma ótima relação com a maioria da turma. Por outro lado, senti falta de uma atenção mais profunda e inclusiva em relação a temas fundamentais da nossa sociedade, como a representatividade da comunidade LGBTQIA+ e de outros grupos minoritários nas formações.
Na prática do ambiente de trabalho, deparei-me com uma rotina inicial parada na linha de produção por falta de demandas, o que manteve minhas expectativas baixas. O maior desafio técnico foi a adaptação aos sistemas internos. Diante de uma liderança ausente e pouco instrutiva, minha principal rede de apoio e aprendizado foram os operadores de empilhadeira, que se prontificaram a me ensinar o funcionamento real da operação. Essa vivência me permitiu desenvolver mais atenção, responsabilidade e resiliência profissional.
Embora essa experiência de aprendizagem tenha sido um degrau necessário para o meu momento atual, tenho clareza de que minhas maiores conquistas e sonhos pessoais vão muito além do chão de fábrica e do CIEE. Meu objetivo futuro é bem definido: pretendo sair do Brasil e construir uma carreira sólida na área da moda e setores correlatos, conquistando minha autonomia e prosperidade. Aos novos aprendizes que iniciam essa caminhada agora, deixo um conselho simples, realista e direto: boa sorte, mantenham a cabeça erguida e nunca percam de vista os seus próprios objetivos.
terça-feira, 11 de agosto de 2026
Nicolle Camille Barbosa
Minha jornada como Jovem Aprendiz começou quando o CIEE entrou em contato comigo pelo WhatsApp.
No início, fiquei um pouco ansiosa e insegura, mas também estava muito feliz com a oportunidade.
O que me motivou a participar foi a vontade de trabalhar e adquirir uma nova experiência profissional.
Quando recebi a notícia da contratação, fiquei muito feliz, pois era uma nova oportunidade para mim.
Não tive nenhum desafio durante o processo de contratação.
Depois, participei da entrevista para conhecer melhor a empresa, e tudo ocorreu de forma tranquila.
Não fizeram muitas perguntas durante a entrevista, então consegui ficar mais tranquila.
Conheci uma profissional do RH e tive uma boa impressão da empresa.
Achei os profissionais um pouco sérios, mas percebi que são responsáveis pelo trabalho que realizam.
No CIEE-PR, meus primeiros dias foram durante o Módulo Integrador.
Aprendi muitas coisas importantes, principalmente sobre segurança do trabalho e meio ambiente.
Também conheci outros jovens e fiz algumas amizades durante esse período.
Acredito que essas amizades contribuíram para tornar a experiência mais agradável.
Depois chegou minha primeira semana de trabalho, e eu estava conhecendo uma rotina totalmente nova.
No começo, não tinha muitas expectativas, mas estava disposta a aprender.
Na primeira semana, fiquei no caixa e precisei esperar o computador que eu usaria ficar pronto.
Mesmo com essa dificuldade, fui aprendendo aos poucos como realizar as atividades.
Também aprendi a me movimentar melhor no caixa e contei com a ajuda das pessoas que trabalham comigo.
No início, foi um pouco estranho por ser meu primeiro dia em um lugar novo.
No primeiro dia, senti-me um pouco deslocada, mas depois comecei a me sentir mais acolhida.
Com o passar do tempo, fui me adaptando à nova turma e aos meus colegas de trabalho.
Essa experiência me ensinou a ter mais responsabilidade e a lidar melhor com uma rotina profissional.
Também percebi que é importante ter paciência, aprender com os outros e não ter medo de perguntar.
Pretendo continuar estudando e, no futuro, fazer uma faculdade depois de terminar meus estudos.
Para quem está começando como Jovem Aprendiz, meu conselho é aproveitar a oportunidade, aprender bastante e ter responsabilidade.
Kauan Gibim Dionizio
Quando entrei no programa de aprendiz, fiquei muito feliz pela oportunidade, mas também um pouco ansioso, com expectativa e medo, pois era uma experiência nova para mim. Eu nunca tinha trabalhado antes e não tinha experiência profissional, então não sabia exatamente como seria a rotina e as responsabilidades. Com o passar do tempo, fui me adaptando à empresa, à minha função e às pessoas que trabalhavam comigo. Aos poucos, fui adquirindo mais conhecimento e aprendendo a lidar melhor com diferentes tipos de pessoas.
Estou tendo uma boa experiência e aprendendo muitas coisas, principalmente relacionadas à tecnologia e ao ambiente profissional. Durante esse período, participei de cursos e atividades que, em alguns momentos, foram um pouco complicados de entender, mas procurei prestar atenção e aprender o máximo possível. Também encontrei pessoas com personalidades diferentes, algumas mais fáceis e outras mais difíceis de lidar, e isso me ensinou a ter mais paciência, respeito e maturidade.
Com o tempo, comecei a perceber que estava ficando mais independente. Aprendi a realizar algumas tarefas sozinho, sem precisar pedir ajuda o tempo todo, e isso me deu mais confiança. Quando tinha alguma dúvida, aprendi que não precisava ter vergonha de perguntar, pois tirar dúvidas também faz parte do aprendizado. Cada desafio que enfrentei me ajudou a melhorar e a entender melhor como funciona o ambiente de trabalho.
Toda essa experiência como aprendiz está sendo muito importante para mim. Ela me ensinou a ser uma pessoa mais responsável, educada, esperta e capaz de resolver problemas com mais calma. Também aprendi a importância de cumprir horários, respeitar as pessoas e trabalhar em equipe, coisas que vou levar comigo para os próximos empregos e para a minha vida.
Essa experiência também vai ser importante para o meu futuro profissional, pois poderei colocá-la no meu currículo e mostrar que já tive contato com o mercado de trabalho. Vou levar comigo todo o conhecimento que me foi ensinado e também tudo aquilo que aprendi sozinho durante esse período.
No final, considero essa experiência muito positiva e importante para o meu crescimento. Entrei sem experiência e com um pouco de medo, mas hoje me sinto mais confiante e preparado para novos desafios. Sou muito grato pela oportunidade que tive, por tudo o que aprendi e por todas as pessoas que contribuíram para o meu desenvolvimento. Acredito que essa experiência vai me ajudar bastante nos meus próximos passos e na construção da minha carreira profissional.
Kauã Vinicius Dos Santos
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